
CULTURA COXA
Lorraine Agostini é uma mineirinha de 15 anos que, por influência do pai, tem o sangue verde correndo nas veias. Confira o relato da jovem Coxa-Branca:
Eu sou mineira de Muriaé (divisa com o RJ), vim para o Paraná com 4 anos de idade.
Eu nem sabia direito o que era futebol, mas meu pai sempre gostou muito de esportes.
Lá em Minas minha familia é inteira cruzeirense e botafoguense. Eu particularmente não torço pra nenhum desses times, meu negócio mesmo é o Coritiba, meu grande amor.
Assim que nos mudamos pra Curitiba meu pai falou para um amigo que iria torcer pro time que ele ganhasse uma camiseta primeiro.
O amigo dele, mais do que depressa, foi e deu uma camisa do Coritiba pro meu pai.
Desde então, por uma boa influência, virei Coxa-Branca, e tenho um amor pelo Coritiba que vai além de tudo. Chega até a doer...
Eu não falo que eu sou Coxa-Branca de coração e sim de alma. Porque o coração um dia vai parar de bater, mas a alma dura para sempre, e o Coritiba vai comigo aonde eu for, seja em Minas... em São Paulo... no Rio... em qualquer lugar! Independentemente da divisão que ele esteja, da fase que estiver enfrentando, enfim, de tudo!
O Coritiba é minha vida, meu grande amor!
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)