
CURIOSIDADE
Do site do Sindicato dos Policiais Federais no Estado de Santa Catarina – SINPOFESC
Ano complicado
Fonte: Diário Catarinense 14/10/2005
Criminal/Cacau Menezes/DC, pág. 43
Além da luta desesperadora em campo para fugir do rebaixamento, o Ministério Público Federal (MPF) em Florianópolis, através da Procuradoria de Combate ao Crime Organizado (PECO), instaurou inquérito para investigar supostas irregularidades atribuídas à empresa Figueirense Participações.
O comando das investigações está a cargo do procurador federal Maurício Gotardo Gerum, coordenador da PECO, que pediu auxílio da Polícia Federal (PF) no trabalho.
Considerado um dos mais atuantes membros do MPF, o procurador Gerum também é vice-coordenador do Núcleo de Cooperação e Estudos de Lavagem de Dinheiro (NCEL) da Seção Judiciária de Santa Catarina. Instalado em Florianópolis no dia 25 de agosto, o Núcleo tem como objetivo compartilhar conhecimentos e experiências úteis ao combate aos crimes de lavagem e contra o sistema financeiro nacional. O Núcleo reúne Justiça Federal, Ministério Público Federal, Advocacia-Geral da União, Polícia Federal, Receita Federal, Procuradoria da Fazenda Nacional, Banco Central do Brasil, Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco do Estado de Santa Catarina.
Conhecido pela cautela no trabalho, por enquanto o procurador Gerum não dá detalhes das investigações.
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Do site Clic Esportes
Denúncia anônima alertou MPF sobre irregularidades
MP iniciou investigação na Figueira Participações em Blumenau
As investigações que o Ministério Público Federal (MPF) realiza na Figueirense Participações, braço empresarial do clube, foram iniciadas pelo procurador João Marques Brandão Néto, de Blumenau, e teriam ligação com uma empresa de factoring da cidade.
Ainda não foi comprovada qualquer irregularidade contra a empresa.
Por conta das atribuições, os trabalhos foram transferidos para a Procuradoria Especializada no Combate ao Crime Organizado (PECO), em Florianópolis, onde estão sob a coordenação do procurador Maurício Gotardo Gerum.
O inquérito teria sido instaurado a partir de informações que chegaram de forma anônima ao MPF.
Depois de conferir que havia indícios de supostas irregularidades, foi decidido pela instauração de um inquérito, procedimento que tem como objetivo aprofundar o trabalho de averiguação das denúncias.
O procurador Gerum pediu auxílio da Polícia Federal (PF) no caso, mas, conforme o delegado Ildo Rosa, o procedimento ainda não foi deflagrado.
O presidente da Figueira Participações, Paulo Prisco Paraíso, está na Europa há cerca de uma semana, em viagem particular, e só volta ao Brasil no fim do mês.
Em seu lugar falou João Gonçalves, diretor financeiro do Figueirense e vice-presidente da Figueirense Participações.
Na sexta-feira, dia 14, o dirigente disse que tanto o clube como seu braço empresarial nada têm a esconder do Ministério Público Federal (MPF) ou da Polícia Federal (PF).
Diário Catarinense
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Do site oficial do Figueirense
Nota de esclarecimento
Com respeito à nota "Ano Complicado" publicada na edição de hoje do Diário Catarinense, na coluna do jornalista Cacau Menezes, a Figueirense Participações informa o que segue:
1 - Estranha à informação veiculada de que "o Ministério Público instaurou inquérito para investigar supostas irregularidades atribuídas à empresa Figueirense Participações", por não ter sido a empresa de nada cientificada por aquele órgão público até o presente momento;
2 - No entanto, antecipando-se à possível investigação, e no sentido de facilitar os procedimentos legais, a Figueirense Participações coloca à disposição das autoridades brasileiras toda a sua documentação jurídica e fiscal para as averiguações necessárias a dirimir qualquer dúvida que suas ações possam estar suscitando.
Florianópolis, 14 de outubro de 2005
Figueirense Participações
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)