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Além de treinador, René Simões é um excelente motivador e se especializou também em proferir palestras em empresas, falando sobre gestão de pessoas e discorrendo sobre suas experiências como líder de equipes de futebol, dentre elas o destaque para o Coritiba.
No caderno "Boa Chance" do jornal "O Globo", publicado no último domingo, 17, o treinador coritibano falou sobre motivação e crise, ressaltando sua primeira passagem pelo Verdão, em 2007, quando liderou a equipe ao título e de volta à Série A.
A matéria ressalta que, antes de reassumir o Coxa, René vinha se dedicando a palestras em empresas e, enquanto estava desempregado no futebol, o técnico teve muitos convites em decorrência da crise econômica mundial. Em uma de suas declarações, o comandante alviverde comentou que procura sempre priorizar a transparência em seus trabalhos.
Numa das passagens, a reportagem destaca os feitos do técnico coritibano, que, além de levar o Coxa de volta à primeira divisão, livrou o Fluminense do rebaixamento, conquistou uma medalha de prata com a seleção olímpica feminina e levou a Jamaica a uma Copa do Mundo.
"Sempre conto três casos que enfrentei. O Coritiba, a seleção feminina e o Fluminense. Os três estavam mergulhados num caos total. Daí, explico a importância de ser realista. O pessimista reclama do vento, o otimista espera o vento mudar de direção e o realista ajusta suas velas e tira o máximo que pode do vento atual. Todos esses times que treinei poderiam reclamar da situação ruim. Eu poderia me acomodar e esperar o vento mudar. As empresas a mesma coisa.", declarou René Simões ao jornal.
A identificação de funcionários motivadores no grupo de trabalho também foi ressaltada por René, que defende que o papel coletivo pode pesar mais que o rendimento individual. "Quando assumi o Fluminense, vi que o time tinha ganhado sete jogos e, por coincidência, em todos o Fabinho estava escalado. Independentemente de ser um bom ou mau jogador, ele é um vencedor, motiva a equipe. Tem que estar escalado", explicou o treinador, traçando depois uma analogia com o ambiente corporativo.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)