
FPF
Por Rodrigo Sibut Vieira - COXAnautas
Não é de hoje são apontadas várias irregularidades na Federação Paranaense de Futebol (FPF) e nenhuma providência é tomada por conta disso.
A administração da entidade marcada por Hélio Cury não passa um ano sem envergonhar o estado do Paraná, principalmente quando o quesito é organização. Um dos vários exemplos é o supermando, regra que possibilitava o primeiro colocado de uma série de oito partidas disputá-las todas em seus domínios, ao mesmo passo que ao oitavo colocado, todas as partidas seriam disputadas fora.
A mais nova é a ausência do critério de saldo de gols para a definição do campeão, quando da disputa do título, em duas partidas (ida e volta). E a coisa não para por aí. Ontem, após o empate contra o Operário, em Ponta Grossa, o experiente meia Tcheco (foto) fez duras observações à organização deste jogo.
"Não sei como a Federação Paranaense de Futebol (FPF) permite que uma bola tão ruim seja utilizada no campeonato. Uma bola murcha e velha como essa que usamos hoje (ontem)", apontou.
O meia ainda comentou sobre um detalhe que deveria ter sido observado pelo árbitro. "Como que o juiz deixa o goleiro deles jogar com uniforme quase igual ao dos outros jogadores? Isso não pode acontecer", disse Tcheco.
O atleta com experiência internacional, fez questão de trazer à tona outros detalhes da desorganização da entidade. "A nossa Federação parece que joga contra nós, contra os próprios times daqui. Eu já passei por outros estados e em nenhuma outra Federação é assim. Eles podiam antecipar alguns jogos nossos para sábado, quando tem partida da Copa do Brasil no meio de semana, mas não. Eles marcam para o domingo e a gente tem que viajar, por exemplo, para Arapiraca cansados", finalizou Tcheco.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)