
POLÊMICA
Com os prazos estourados para o início das obras em diversos estádios brasileiros com vistas à Copa do Mundo de 2014, os dirigentes do A. Paranaense começaram apelar para os gestores públicos. A solicitação de verbas para concluir o estádio com dinheiro público neste momento, contraria as promessas anteriores a escolha de Curitiba como cidade sede da Copa do Mundo, quando o discurso era de que investimentos privados tratariam de finalizar o estádio do rival do Coxa.
"Não existe um mecanismo legal que permita o investimento público no patrimônio privado. Na minha avaliação, o posicionamento do Atlético é equivocado. Se eles não tinham como bancar o seu estádio, deveriam ter pensado antes. Se investirem dinheiro, cria-se o princípio da isonomia e o governo terá de ajudar não só o Coritiba e o Paraná, mas todos os clubes paranaenses. A saída era construir um estádio público", disse Vilson em entrevista à jornalista Ana Luiza Miklos.
Vilson também reforçou que se fosse para auxiliar os clubes de futebol, as verbas deveriam destinadas para todos de maneira igualitária. "O Coritiba tem uma posição muito clara. Desde que o Estado queira favorecer o futebol, o que é positivo, ele tem que favorecer obedecendo princípios de isonomia. Qual é o princípio de isonomia? Para mim, é um estádio estadual ou municipal que atenda aos três clubes da capital e também os outros clubes do Paraná", completou ao jornalista Rodrigo Sell.
Para os próximos dias deve ser marcada uma reunião com o comitê que planeja as ações da Copa em Curitiba, cujos integrantes do poder público e iniciativa privada fazem parte. O assunto deverá ser a pauta principal do encontro.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)