
INTERATIVIDADE
Fedeu! Abriram a caixa preta
Engraçado estes jornalistas ruborizados. O Moura fez uma entrevista coletiva na sexta-feira e o que se divulga com destaque é a licença dele na Federação. Engraçado, pensei que a parte mais polêmica, a notícia que mais gente quer saber são os detalhes da denúncia que ele fez contra o pessoal lá da Baixada.
Clique aqui para ver os documentos apresentados pelo Moura na coletiva.
Para facilitar a divulgação destas denúncias, vou transcrever os principais pontos abordados na coletiva do Moura que desceu lenha no presidente dos poodles. Mas desceu sem dó nem piedade!
Para facilitar ainda mais a leitura, vou deixar em negrito os pontos mais divertidos da denúncia. Demorou, mas enfim, alguém falou algo sobre os podres. E fedeu! Fedeu e fedeu bastante! kakakakakakakakakakakakaka
Eu me divirto! Ah!, lembrei: reclamações? Não fiquem nervosinhos, pessoas! Ora, é fácil, agora o Moura está licenciado da FPF. Terão 90 longos dias para perguntar para ele.
Eis o teor da denúncia do Onaireves contra o presidente dos poodles:
Nesta sexta-feira, dia 25, veio a público um dos maiores escândalos do futebol paranaense. Em entrevista coletiva, o presidente da Federação Paranaense de Futebol (FPF), Onaireves Nilo Rolim de Moura, fez graves acusações contra o presidente do Conselho Deliberativo do Atlético Parananese, Mário Celso Petraglia.
Antes de informar à imprensa sobre os fatos que envolvem a cúpula atleticana, Moura surpreendeu a todos anunciando que está se licenciando do cargo pelo período de 90 dias. “Estou deixando a presidência da FPF com a tranqüilidade de que todas essas denúncias que estão sendo feitas contra mim serão apuradas e a comprovação da minha inocência virá”. “Já sofri as maiores humilhações que um homem pode sofrer, mas tenho a certeza que voltarei mais forte ainda. Mas, peço que as denúncias contra o Petraglia também sejam apuradas”, completou.
Denúncias
Durante a coletiva, o presidente licenciado da FPF, Onaireves Nilo Rolim de Moura, distribuiu à imprensa cópias do processo que está movendo em conjunto com o torcedor Silvestre Irineu Ferreira na Promotoria de Defesa do Consumidor. “Faço isso como torcedor atleticano e ex-presidente do clube”. “Tomei conhecimento desses fatos quando fui procurado pelo advogado Eliezer Castro de Queiroz, que representa o senhor Silvestre, e fiquei estarrecido com as denúncias levantadas por ele”, disse.
De acordo com o advogado Eliezer Queiroz, o que chamou a atenção do senhor Irineu Silvestre foi o fato do Atlético ter gasto R$ 4 milhões para instalar 21 mil cadeiras na Kyocera Arena, ao passo que a FPF pagou apenas R$ 228 mil para colocar 17 mil assentos no Pinheirão e o Coritiba R$ 180 mil para equipar o Couto Pereira com 15 mil cadeiras. “A denúncia que estamos impetrando, foi motivada principalmente pela alta dos ingressos nos jogos na Kyocera Arena, com a desculpa de cobrir os R$ 4 milhões que teriam sido gastos para a instalação dessas cadeiras”. “Isso sem dúvida fere o direito do consumidor, pois, exclui as classes menos favorecidas”, acrescentou o advogado.
Queiroz revelou mais, as cadeiras da Arena teriam sido adquiridas da empresa Kango Brasil Equipamentos Esportivos, que por sua vez foi constituída com um capital muito pequeno, e que funciona no mesmo endereço da All Solution Gestão Empresarial LTDA - de propriedade da esposa e do filho do presidente do Conselho Deliberativo do Atlético Paranaense, Mário Celso Petraglia – e onde também está situado o escritório pessoal do dirigente atleticano.
O segundo ponto abordado foi em relação a empresa Kopa, que pertence ao genro de Petraglia, Luiz Volpato, cujo capital também é ínfimo e teria como sócios pessoas desconhecidas. Apesar do pequeno capital, no site da Kopa são citadas obras grandiosas que teriam sido construídas pela empresa. O Centro de Treinamentos do Atlético, a Arena Joinville, a Kyocera Arena, o Shopping Estação, entre outras.
O terceiro ponto abordado diz respeito a informações trazidas pelo fiscal do INSS, Sandro Mioto Andriolli. O fiscal teria revelado que o Atlético cobrava R$ 20 dos sócios e lançava apenas R$ 5 no borderô. “A média de torcedores associados, de acordo com o fiscal, chegava a 4 mil pessoas por jogo. No entanto, o Atlético lançava um valor de 15 mil ao invés de R$ 60 mil. Ficando assim, R$ 45 mil sonegados.”, disse Eliezer Queiroz.
As denúncias foram além. O presidente da FPF e o torcedor tomaram conhecimento ainda, que Mário Celso tem rendimentos anuais de R$ 2,5 milhões, só da Itaú previdência. Além do que, como empresário, o dirigente teria vendido 58 jogadores para o exterior. No entanto, teria declarado bem menos à Receita Federal. “Enquanto isso o time vai aos trancos e barrancos”, disse Moura, que foi além. “Eles não contratam nenhum jogador de peso, sendo que o clube teria declarado que arrecadou R$ 56.800.000, 00, em 2005. Para onde foi esse dinheiro”, questiona Moura.
Uma cópia do processo foi enviada também para a Secretaria de Segurança Pública do Paraná.
Na coletiva Moura disse mais. “Petraglia fala em dívidas da FPF com o INSS, mas esquece que a empresa Inepar de sua propriedade é devedora de R$ 91 milhões à previdência”.
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