
PARANAENSE
O Coritiba levou toda a ajuda possível ao julgamento do craque Aristizábal (foto), realizado na sede da Federação Paranaense de Futebol.
O problema é que o atleta estava sendo enquadrado no artigo 253 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva
- agressão ao adversário - que prevê uma pena entre 120 e 540 dias de suspensão. Suspensão que se aplica a todas as competições oficiais, nacionais e internacionais.
Um discurso vibrante de Domingos Moro, um bom trabalho do advogado Fernando Barrionuevo e um vídeo-teipe da partida conseguiram convencer os julgadores que a atitude de Ari foi um revide à agressão anterior do zagueiro Tiago Soler.
O jogador do Rio Branco, que na verdade é do Coritiba, também esteve presente no tribunal.
O depoimento de Edu Brasil (Rádio Banda B), que acompanhou os lances que antecederam a expulsão de Ari, foi considerado decisivo pela defesa do Coritiba.
Como o revide foi mais um empurrão do que propriamente um tapa, Aristizábal recebeu uma punição leve, de apenas dois jogos. Ele já cumpriu um, quando não enfrentou o Francisco Beltrão (3x1), pelo Campeonato Paranaense.
O colombiano fica de fora do jogo em Londrina, mas deve retornar no dia 20, na última rodada da segunda fase do Estadual, quando o Coritiba recebe o Paranavaí.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)