
AVALIAÇÃO
Como vem fazendo a partir da semifinal do Paranaense, o COXAnautas avalia o desempenho dos atletas nas partidas do Verdão.
Confira, abaixo, as notas concedidas pelo colunista Ricardo Honório na derrota por 2x0 para o Operário, em Ponta Grossa, na primeira partida da final do Paranaense 2015:
Vaná - 3,0 – Falhou no primeiro gol ao sair em falso, e deixou a bola passar por debaixo do seu corpo no segundo gol. Estava nervoso e errou outras saídas, sejam com as mãos ou com os pés. Não passa confiança ao torcedor.
Norberto - 4,0 – Vinha fazendo uma partida sem brilho até se machucar.
Luccas Claro - 4,0 - Mostrou falhas de posicionamento e teve dificuldades em conter o rápido ataque do Operário.
Leandro Almeida - 5,0 – O capitão também não esteve em uma boa jornada, mas acima do seu companheiro de zaga.
Carlinhos - 5,0 – O único a tentar as jogadas individuais. Continua sendo uma válvula de escape do time pelo lado esquerdo, mas não teve sucesso.
Helder - 4,0 – Não mostrou a segurança de outras partidas na frente da zaga. Tem se mostrado disperso em alguns lances.
João Paulo - 4,5 – Ao contrário do começo do campeonato, os seus lançamentos não têm mais levado tanto perigo. Teve uma excelente oportunidade para diminuir o placar.
Cáceres - 3,0 – O paraguaio ainda não disse a que veio. Não marcou com precisão, muito menos chegou com qualidade na frente, além de errar passes em profusão. Perdeu a melhor chance de gol do time, quando poderia ter passado a bola para Keirrison.
Negueba - 4,0 – Muito marcado, fez a sua pior partida com a camisa do Coritiba.
Keirrison - 4,0 – Quando a bola chegou aos seus pés, o toque saía com precisão. Mas a pouca movimentação em campo prejudicou o sistema ofensivo.
Wellington Paulista - 3,0 – Muita briga e só. Com a bola nos pés uma lástima. Não produziu nada ofensivamente para o time.
Ivan - 4,0 – Entrou no lugar de Norberto e manteve o nível de atuação do titular. Não aproveitou a oportunidade que recebeu do treinador.
Pedro Ken - 3,0 – Burocrático, entrou para dar força ofensiva ao time, pelo menos essa foi a justificativa do treinador. Não melhorou ofensivamente o Coritiba.
Wallyson - 3,0 – Mais uma vez entrou e não conseguiu mudar o panorama da partida. Parece sonolento na maioria das vezes.
Marquinhos Santos – Levou um nó tático do técnico do Operário. Suas substituições continuam não fazendo efeito. É necessário sair do pragmatismo e ousar às vezes. Levou dois meias armadores para o banco, mas insiste com um meia, Pedro Ken, que não vem em boa fase. Tinha a grande chance de ao menos tentar com Rodolfo ou Zé Rafael, mas o seu pragmatismo o impediu de fazer isso. Vai ter trabalho para vencer o Operário por três gols na partida de volta.
O destaque
Com a pífia apresentação do time, o destaque ficou para a torcida Alviverde que compareceu em peso a cidade de Ponta Grossa e tentou ajudar o time.
O bonde
O time inteiro não foi bem, mas o treinador Marquinhos Santos trabalhou muito mal nesta partida. Precisa criar alternativas táticas para o time que não seja o esquema com 3 ou 4 atacantes, o esquema com 3 zagueiros, ou o esquema com 3 volantes. Suas substituições não fizeram efeito, e pior, primeiro tirou um volante para colocar um atacante, e logo em seguida tirou um atacante para colocar um volante. Enquanto isso o Coritiba sofre com a falta de criatividade na meia-cancha, vivendo de lançamentos ou cruzamentos para a área. É um bom treinador, mas tem mostrado dificuldades em reverter um resultado dentro da própria partida.
Imagem: Linkedin
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)