
ARBITRAGEM
“Pedi para ele apitar direito e ele não precisava demonstrar que estava encomendado. Ele me expulsou e passei o 2.º tempo inteiro no vestiário policiado porque pedi para ele só um pouquinho de honestidade”. A frase é de Maurício Cardoso, do Departamento de Futebol do Coritiba, 'atirando pesado' contra a fraca atuação do árbitro Ito Dari Rannov na partida contra a ADAP/Galo, em Maringá.
Ito Dari Rannov foi o pivô de uma série de críticas pesadas, vindas de ambos os times que disputaram a partida realizada na Cidade Canção, tanto no aspecto disciplinar, já que o treinador e alguns jogadores do Cori alegaram que o time maringaense abusou da violência durante a partida, como no aspecto técnico. As principais reclamações são quanto à penalidade máxima marcada em favor do alvinegro e a não-marcação de um penal em favor do Verdão, quando, no lance, o árbitro assinalou falta fora da área e deixou de dar a vantagem que resultou em gol do Coritiba.
A má atuação de Rannov foi criticada também pelo time da Cidade Canção. Segundo matéria do jornal Tribuna do Paraná, assinada pelo jornalista Rodrigo Sell, time do Galo reclamou até de um pênalti em cima do atacante Marcelo Peabiru. “Ele está de sacanagem. Me viu ser puxado na área e não marcou nada”, disse o atacante do time de Maringá, que já vestiu a camisa do Coritiba.
O treinador do Cori, Guilherme Macuglia também não poupou críticas ao homem de preto. Em matéria da Gazeta do Povo Online, assinada pelo jornalista Eduardo Luiz Klisiewicz. “Eu me impressionei um pouco com a situação porque eles davam de dedo no árbitro e conseguiram intimidá-lo um pouco. Nós sabíamos, quando analisamos o adversário, que teríamos uma batalha competitiva” criticou o treinador coritibano.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)