
ADVERSÁRIO
História: Paranaguá
Na década de 1550-1560, famílias de São Vicente de Cananéia deslocaram-se ao litoral paranaense. Os primeiros povoadores, procedentes de São Paulo, se instalaram na Ilha da Cotinga (1550 a 1560), e a seguir às margens do rio Itiberê. O continente era habitado e dominado pelos índios Carijós.
Em 1640, chegou o capitão provedor Gabriel de Lara, e a fidalga família com investidura de governo militar. Já em 1646 mandou erigir o Pelourinho, símbolo de poder e justiça de El-Rei. Após dois anos, a povoação tornou-se Vila, chamando-se Vila de Nossa Senhora do Rocio de Paranaguá. Em 1660 tornou-se Capitania, passando à condição de Cidade em 05 de fevereiro de 1842.
Ao ser criada a Província do Paraná, também se criou a Capitania dos Portos do Paraná, que passou a funcionar em 13 de fevereiro de 1854. Fato marcante para Paranaguá foi a visita de D. Pedro II, em 1880, para o lançamento da pedra fundamental do edifício da Estação Ferroviária.
O nome do município deriva dos vocábulos indígenas do “Paraná” (Grande Rio) e “Goá” (Redondo), alusão a Baía de Paranaguá.
Foi elevada a categoria de Vila em 29 de julho de 1648 e, em 05 de fevereiro de 1842 ganhava foros de cidade, tendo como seu primeiro governante Gabriel de Lara, no período de 1648 a 1682.
Localização
Cidade histórica datada da primeira metade do século XVI, tem em sua função principal a de porto escoador da produção do estado que o interliga a todas as demais regiões, bem como a outros estados e ainda ao exterior. A construção de suas docas datam de 1934, quando passou a figurar entre os principais portos do Brasil, com a denominação de Porto D. Pedro II.
Testemunha de mais de 400 anos de história, guarda ainda vestígios da época da colonização em seus casários de fachada azulejadas, em suas ladeiras de pedra e em suas igrejas. Criado através da Lei nº 05 de 29 de julho de 1648, e instalado na mesma data, foi desmembrado do estado de São Paulo.
Fonte site Helts.com.br
Dados Gerais
A cidade referência litorânea paranaense pela importância do porto para a economia do Paraná, possui um dos mais belos conjuntos arquitetônicos coloniais do Estado, o qual será valorizado, em função da sua representatividade e de seu potencial turístico.
› População (2000)
› Urbana: 106,918 hab.
› Rural: 19,716 hab.
› Total: 126,634 hab.
› Taxa Anual de Crescimento Urbana: 2.67%
› Rural: 5,40%
› Distâncias da capital: 91 km do Porto de Paranaguá
› Área: 458,41 km2
› Altitude: 5,0 metros
› Latitude: 25° 31' 15'' Sul
› Longitude: 48° 30' 34'' W-GR
› Clima: Tropical Super-úmido
Turismo
Paranaguá possui grande capacidade turística e infra-estrutura, sendo o Berço da Civilização do Estado do Paraná. Seu patrimônio natural e cultural é de grande riqueza, além do Porto D. Pedro II, um dos mais importantes da costa brasileira.
O turista que vem à Paranaguá, vai se defrontar com os casários históricos nas margens do Rio Itiberê, com a Ilha da Cotinga, com o Colégio dos Jesuítas (museu), com a Catedral, com a Fontinha, onde, bem antes dos brancos, o povo carijó irá matar a sua sede, com a dança do fandango, com os pratos típicos - o barreado e o pirão de peixe, com inúmeras ilhas dentre elas a famosa Ilha do Mel.
Boa opção de passeio é a inesquecível viagem de trem Curitiba-Morretes - Paranaguá. A centenária estrada de ferro(inaugurada em 1885) é ladeada pela Serra do Mar, uma das mais lindas paisagens naturais do mundo.
Rio Branco Sport Club
Clube com fundação em 13/10/1913 faz do seu nome uma homenagem ao Barão do Rio Branco. Um dos mais tradicionais do futebol paranaense, desde o inicio da quinta rodada vem sendo comandado por Cláudio Marques, ex-atleta Coxa-Branca e que já esteve compôs a comissão técnica alviverde em inúmeras vezes.
Um dos orgulhos dos parnanguaras é o fato de mesmo o Rio Branco amargando mais de uma década de segunda divisão do Paraná, nunca mudou de nome, cor ou fez fusão com outro time.
O apelido, Leão foi atribuído em virtude da raça que acompanha o Rio Branco nesses mais de 90 anos de história.
Um dos dirigentes do Rio Branco é Vivi, zagueiro bicampeão pelo Coritiba em 1968/69, pai do zagueiro Allan que até pouco tempo apresentava seu futebol no time
Coxa.
Em 2007, o Rio Branco disputou a Copa do Brasil e eliminou os times do Vila Nova de Minas Gerais e o Avaí que posteriormente herdou a vaga por problemas administrativos do time parnanguara.
Dificilmente o Coritiba tem jogo fácil em Paranaguá, mas com a força da torcida que nunca abandona, é um jogo para o Verdão buscar mais uma vitória no regional.
Colaborou o torcedor Coxa-Branca Alexandre Lima
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)