
PARANAENSE
LANCEPRESS!
Coritiba fatura o bicampeonato paranaense.
Empate em 3 a 3 com o Atlético-PR garantiu o primeiro título do Coxa no estádio do rival, a Arena da Baixada.
De maneira heróica, o Coritiba empatou em 3 a 3 com o Atlético-PR, neste domingo, na Arena da Baixada, e conquistou o título do Campeonato Paranaense pelo segundo ano consecutivo.
Foi um feito inédito, já que é a primeira vez que o Coxa é campeão no estádio do rival.
Como era de se esperar, o clássico começou nervoso e catimbado. Rogério Corrêa e Luiz Mário se estranharam logo na primeira dividida de bola.
Os atleticanos pressionaram desde o início, explorando principalmente as bolas cruzadas na área.
A estratégia do Coxa era clara: defender para depois contra-atacar. O time marcava forte, tentando não dar espaço para o adversário tocar a bola e finalizar a curta e média distâncias.
Aos 15 minutos, o Furacão ameaçou. Alessandro Lopes chutou cruzado da entrada da grande área, mas Washington e Rogério Corrêa não chegaram a tempo de completar.
Dois minutos depois, o Coritiba abriu o placar com um belo gol de Jucemar, chutando com efeito de fora da área.
O Rubro-Negro correu atrás do empate. Aos 24, Jadilson cobrou escanteio da esquerda, a zaga não cortou e Rogério Corrêa empurrou para o gol.
A virada atleticana veio aos 27 minutos. Jadson cobrou a falta da intermediária, Rogério Corrêa subiu para cabecear, mas a bola entrou direto no gol.
O Coxa empatou aos 35. Adriano foi até a linha de fundo, cruzou para o meio da pequena área e Tuta completou para o gol com tranqüilidade.
Nos acréscimos do primeiro tempo, o Atlético voltou a ficar em vantagem, novamente de bola parada. Numa repetição do segundo gol, Jadson cobrou falta da intermediária e Igor desviou de cabeça.
O jogo, que já estava eletrizante, ganhou contornos dramáticos na etapa final. Foi um verdadeiro lá e cá, com as duas equipes se alternando no ataque. Aos 15 minutos, Luiz Mário foi derrubado na área, mas o árbitro Mafra
não marcou o pênalti.
Aos 31, depois que o técnico Mário Sérgio tirou Jadson, o melhor atleticano em campo, para colocar André Luiz, o Coxa empatou o jogo e garantiu o título.
Ricardinho cobrou escanteio pela direita, Tuta subiu entre os zagueiros atleticanos e acertou um cabeceio certeiro, fazendo seu segundo gol na decisão e escrevendo seu nome na história do Atletiba.
Gazeta Esportiva
Na Arena, Coxa arranca empate e faz a festa
Curitiba - A casa é do Atlético, mas a festa é do Coritiba. No clássico disputado neste domingo, na Arena da Baixada, o Coxa arrancou um empate por 3 a 3. Como havia vencido por 2 a 1 no primeiro confronto, no Couto Pereira, a igualdade foi suficiente para garantir o bicampeonato paranaense aos comandados de Antônio Lopes.
O destaque do jogo foi o centroavante Tuta, autor de dois gols. O segundo deles, aliás, decretou o empate e selou a conquista do Coxa. Também merece menção o eficiente Jadson. Ns bolas paradas, o meia foi responsável pelos três gols do Furacão. Marcou um e deu duas assistências.
O título tem sabor de redenção para o Coritiba. Depois de fazer grande campanha no Brasileiro do ano passado, no qual terminou na quinta colocação, garantiu presença na edição 2004 da Copa Libertadores. No torneio sul-americano, porém, o time paranaense foi eliminado ainda na primeira fase.
Ao Atlético, sobra a necessidade de conviver com o trauma gerado pela derrota em casa. O problema é que o time terá pouco tempo para se recuperar. Na quinta-feira, retorna ao gramado da Arena da Baixada. O adversário será o São Paulo, em jogo válido pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro.
O Jogo - Com a Arena da Baixada completamente lotada, a decisão começou em ritmo acelerado. Mesmo podendo até empatar para se sagrar campeão, o Coritiba tomou iniciativa e começou atacando o Atlético.
A pressão deu resultado aos 18 minutos. Jucemar aproveitou a sobra e arriscou de fora da área. Com muita força, o chute venceu o goleiro Diego. Para abrir o placar de uma final, nada melhor que um golaço.
Jucemar voltou a aparecer aos 22 minutos. O jogador do Coritiba chutou rasteiro, cruzado, para a área do Furacão. A bola passou à frente do gol rubro-negro e ninguém apareceu para concluir. A resposta atleticana veio dois minutos depois. Jadson cobrou escanteio para a área, Rogério Corrêa subiu mais que a defesa e desviou para o fundo das redes.
A festa da torcida do Atlético, que era grande, se tornou ainda maior aos 26 minutos. Jadson mostrou que seu pé estava calibrado, cobrou falta para a área do Coxa e viu a bola morrer dentro da meta defendida por Fernando. Era o segundo gol do Furacão.
Depois da virada, o Coxa se lançou ao ataque. Aos 28 minutos, Capixaba arriscou de fora da área e a bola passou muito perto da trave. Quatro minutos depois, Jucemar cobrou falta com violência e a bola passou à esquerda de Diego.
De tanto insistir, o Alviverde chegou ao empate aos 33 minutos. Adriano fez linda jogada pela esquerda e cruzou para a área. Livre de marcação, Tuta subiu bem e cabeceou forte, sem chance para Diego. Para delírio da torcida do Coritiba, 2 a 2 na Arena.
As emoções do primeiro tempo, contudo, estavam longe de terminar. Aos 41 minutos, Tuta recebeu linda enfiada do colombiano Aristizábal e bateu com categoria. Diego fez linda defesa. Cinco minutos mais tarde, Jadson brilhou novamente. O meia cobrou falta para a área e o zagueiro Igor completou de cabeça. Com isso, o Atlético desceu em vantagem para os vestiários.
No segundo tempo, porém, o Coxa voltou mais aceso. Em menos de cinco minutos, o time de Antônio Lopes teve duas chances de marcar. Na primeira, Capixaba chutou de fora da área e Diego defendeu com segurança. No lance seguinte, Jucemar cruzou fechado e quase surpreendeu o goleiro atleticano.
O Atlético se fechou e permitiu que o Coritiba tocasse bola à frente da área. Ao Coxa, só faltava encontrar um meio de furar o bloqueio defensivo do rival. Na primeira oportunidade, o Alviverde demonstrou eficiência. Ricardinho cruzou e Tuta completou de cabeça. Novamente, as duas equipes estavam empatadas.
Daí em diante, o que se viu foi uma aula de desorganização do Atlético. Desesperado, o Furacão passou a assustar em bolas aéreas e jogadas individuais. A única chance clara de gol aconteceu aos 49 minutos, em uma falta próxima da área. Dagoberto cobrou e carimbou a barreira. A defesa do Coxa aliviou o perigo e o árbitro encerrou o confronto. Festa total para a torcida do Coritiba, vencedor do Campeonato Paranaense de 2004.
Uol
Atletiba termina empatado e o Coritiba é campeão
MBPress
Em São Paulo
O Coritiba é bicampeão paranaense. Em partida eletrizante, Coxa e Atlético-PR empataram em 3 a 3 neste domingo, na Arena da Baixada, e a equipe alviverde comemorou mais um título estadual. No primeiro jogo, na semana passada, o Coritiba venceu por 2 a 1.
Diante de um estádio lotado, Furacão e Coxa fizeram um belo espetáculo, apesar do nervosismo de alguns jogadores nos minutos finais. O destaque do jogo foi o atacante Tuta, que marcou dois gols.Um deles, inclusive, que garantiu o bicampeonato do Coxa.
Quem abriu o placar na Arena da Baixada foi o Coritiba. Depois de sofrer uma forte pressão do seu arqui-rival, o Coxa conseguiu chegar ao ataque e balançar as redes. Aos 17min, Jucemar aproveitou confusão na área atleticana e chutou forte para o gol.
O gol deu mais ânimo à equipe alviverde, que passou a jogar melhor. No entanto, a defesa do Coritiba não conseguiu evitar o empate do Atlético-PR. Após cobrança de escanteio de Jadson, aos 24min, o zagueiro Rogério Correa, atento, desviou para gol e partiu para o abraço.
A reação do Furacão não parou por aí, pelo contrário, ela foi relâmpago. Dois minutos depois de igualar o marcador, a equipe do técnico Mário Sérgio virou a partida. Em cobrança de falta, o meia Jadson contou com a ajuda da zaga do Coxa, que não foi na bola, e ela foi direto para as redes.
Daí foi a vez do Coxa buscar correr atrás do resultado, já que a equipe jogava por um empate. E foi aos 35min que o gol de empate surgiu. O lateral-esquerdo Adriano cruzou e o atacante Tuta, mostrando oportunismo, não desperdiçou.
Embora a partida continuasse equilibrada, as oportunidades criadas pelo Atlético-PR eram mais perigosas do que as do seu arqui-rival. Tanto que aos 46min o Furacão voltou a estar em vantagem. Depois de cobrança de falta cruzada na área, o zagueiro Igor subiu sozinho e cabeceou para o fundo do gol de Fernando.
No segundo tempo, o equilíbrio entre as duas equipes permaneceu. No entanto, o Coritiba pressionava mais já que precisava do empate para conquistar o título. E o objetivo foi concluído com sucesso aos 30min, quando Tuta aproveitou cruzamento e marcou o seu segundo gol na partida.
Coritiba e Atlético-PR estréiam no Campeonato Brasileiro na próxima quinta-feira, dia 22. O Furacão pega o São Paulo, no Morumbi, e o Coxa enfrenta o Guarani, no estádio Couto Pereira
Terra
Coritiba é bicampeão após empate com o Atlético-PR
De maneira heróica, o Coritiba empatou em 3 a 3 com o Atlético-PR, neste domingo, na Arena da Baixada, e conquistou o título do Campeonato Paranaense pelo segundo ano consecutivo.
Foi um feito inédito, já que é a primeira vez que o Coritiba é campeão no estádio do rival.
Como era de se esperar, o clássico começou nervoso e catimbado. Rogério Corrêa e Luiz Mário se estranharam logo na primeira dividida de bola.
Os atleticanos pressionaram desde o início, explorando principalmente as bolas cruzadas na área.
A estratégia do Coritiba era clara: defender para depois contra-atacar. O time marcava forte, tentando não dar espaço para o adversário tocar a bola e finalizar a curta e média distâncias.
Aos 15 minutos, o time rubro-negro ameaçou. Alessandro Lopes chutou cruzado da entrada da grande área, mas Washington e Rogério Corrêa não chegaram a tempo de completar.
Dois minutos depois, o Coritiba abriu o placar com um belo gol de Jucemar, chutando com efeito de fora da área.
O Atlético-PR correu atrás do empate. Aos 24, Jadilson cobrou escanteio da esquerda, a zaga não cortou e Rogério Corrêa empurrou para o gol. A virada atleticana veio aos 27 minutos. Jadson cobrou a falta da intermediária, Rogério Corrêa subiu para cabecear, mas a bola entrou direto no gol.
O Coritiba empatou aos 35. Adriano foi até a linha de fundo, cruzou para o meio da pequena área e Tuta completou para o gol com tranqüilidade. Nos acréscimos do primeiro tempo, o Atlético voltou a ficar em vantagem, novamente de bola parada. Numa repetição do segundo gol, Jadson cobrou falta da intermediária e Igor desviou de cabeça.
O jogo, que já estava eletrizante, ganhou contornos dramáticos na etapa final. Foi um verdadeiro lá e cá, com as duas equipes se alternando no ataque. Aos 15 minutos, Luiz Mário foi derrubado na área, mas o árbitro Mafra não marcou o pênalti.
Aos 31, depois que o técnico Mário Sérgio tirou Jadson, o melhor atleticano em campo, para colocar André Luiz, o Coxa empatou o jogo e garantiu o título.
Ricardinho cobrou escanteio pela direita, Tuta subiu entre os zagueiros atleticanos e acertou um cabeceio certeiro, fazendo seu segundo gol na decisão e escrevendo seu nome na história do Atletiba.
Revista Placar
Coritiba empata na Arena e é bicampeão Paranaense
Em jogo eletrizante que terminou 3 x 3, Coxa conquista título no estádio do arqui-rival
Agência Placar CURITIBA - Em uma partida digna de uma final, o Coritiba conquistou o bicampeonato paranaense ao empatar como Atlético-PR por 3 x 3, na Arena da Baixada. O Coxa que precisava apenas do empate para levar o título, chegou a ficar duas vezes atrás no placar mas buscou o empate e garantiu a taça.
Foi o primeiro título ganho pelo Alviverde, no novo estádio do rival.O jogo foi eletrizante, principalmente no primeiro tempo, quando foram marcados cinco gols. O Coxa saiu na frente, com Jucemar, mas o Atlético virou, com Rogério Corrêa e Jadson.
O Coritiba empatou com Tuta, mas antes de terminar o primeiro tempo, o Furacão virou novamente, com Igor. O Atlético entrou pressionando desde o início, enquanto o Coritiba buscava o gol nos contra-ataques. Depois de uma série de escanteios contra, o Coxa acertou o contragolpe. A bola foi levantada na área e a defesa atleticana deu rebote. O lateral Jucemar pegou a sobra e bateu com efeito, de fora da área, abrindo o placar.
O Atlético, porém, não se intimidou e partiu em busca do empate. Aos 24, depois de pressionar muito, o Furacão deixou tudo igual. Após a cobrança de um escanteio, por Jádson, Rogério Correa aproveitou a indecisão da zaga e tocou para o gol. O gol incendiou a Baixada e o Furacão virou, dois minutos depois. Novamente numa bola parada, Jádson cobrou falta, a bola passou pelos jogadores na área, enganou o goleiro Fernando e entrou.
Mesmo com o “caldeirão” rubro-negro fervendo, o Coritiba continuou perigoso, principalmente nas jogadas puxadas pelo lateral-direito Adriano. Aos 35, ele fez grande jogada e cruzou da linha de fundo. Tuta, na pequena área, pegou de primeira e colocou o Coritiba novamente com a mão na taça: 2 x 2.
Mas o primeiro tempo ainda reservaria muitas emoções. Aos 46 minutos, a torcida atleticana voltou a explodir, quando Igor cabeceou para colocar novamente o Furacão na frente. Numa repetição dos gols anteriores, Jadson cobrou falta e o zagueiro escorou para fazer 3 x 2.
O ritmo alucinante do primeiro tempo arrefeceu no segundo tempo. O Atlético voltou mais cauteloso, mas suportando bem a pressão do Coritiba. Aos 14 minutos, porém, após uma tabela com Aristizábal, Luis Mário foi derrubado na área, mas o árbitro não marcou o pênalti.
Aos 29 minutos, Aristizábal perdeu a chance do empate, ao tentar marcar de calcanhar, quando tinha a bola dominada dentro da grande área.O jogo era impróprio para cardíacos.
Aos 31 minutos, o Coritiba voltou a colocar a mão na taça ao chegar mais uma vez ao empate. Num escanteio cobrado por Ricardinho, Tuta subiu de cabeça e tocou no canto direito de Diego fazendo 3 x 3. O gol do Coxa saiu logo após Mário Sérgio substituir o meia Jádson, que vinha sendo o melhor jogador do Atlético.
O final do jogo foi tumultuado, com várias paralisações causadas por objetos lançados por torcedores para dentro do campo. O árbitro deu cinco minutos de acréscimos. No último minuto, o Atlético teve a chance do empate, numa falta próxima à área, mas Dagoberto desperdiçou e a torcida coxa-branca explodiu de alegria com o final da partida.
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Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)