
ARBITRAGEM
Um senhor trapalhão
Vinícius Coelho
Tribuna do Paraná
05/04/2005
Nada melhor e mais recomendável do que esperar pelos programas noturnos de domingo. Principalmente quando se trata de analisar arbitragens e, mais especialmente ainda, as arbitragens deste campeonato de 2005, quando até o Héber surpreendeu.
Arbitragens boas, só vi de dois árbitros: Triches e Cleivaldo. Esta de domingo, foi uma pantomima. Este Evandro, que começou tão bem sua carreira, já faz dois anos que se complica. No Brasileiro, depois de uma jornada de besteirol, ficou numa considerável geladeira, imposta pelo Armando Marques.
O que não fará o Armando, ao receber um tape desse jogo de domingo? Quem ele prejudicou com seus erros? Os dois times, o espetáculo e o público. Começou dando um pênalti mágico do Rafinha. Os deuses dos estádios fizeram justiça e Fernando defendeu. Ele ficou nervoso.
Veio o empate. 1 x 1, resultado ideal para ele. Perigoso seria uma final Atlético Kyocera x Iraty. Quem poderia garantir a vitória do time da capital? Pênalti no Nunes, a três metros dele, nem ligou. Gol do Iraty, nem sei o que ele inventou para anular.Tinha que garantir o empate. E foi levando.
Expulsa um, expulsa outro, controlando sempre o empate, que tirava a leve vantagem do Coritiba para decidir. Aí veio o xeque-mate, que tanto irritou o Lopes: tirou o Rafinha e o Rubens Júnior da primeira partida.
Com o Flávio e o Vital expulsos, o Coritiba ficou sem quatro jogadores. Elementar, meu caro Watson. Apenas para lembrar: o Coritiba perdeu a vantagem por quê? Lembram do gol do Cidão contra o Império na antiga Baixada?
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)