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Arquibancada
ArquibancadaSergio Brandão

Ja fomos grandes!

Ja fomos grandes!
Ja fomos grandes!
Por iniciativa de Leocadio Cônsul e coordenação do jornalista Dias Lopes, acho que até o começo do ano, em janeiro ou fevereiro, devemos lançar a autobiografia de Leocádio, um dos maiores meias revelados pelo futebol brasileiro na década de 60, mas com sucesso no Coritiba, na década de 70, sagrando-se tricampeão paranaense em 1971/72/73 e Torneio do Povo e Fita Azul em 72 e 73.

Vi Leocádio jogar, e o trabalho que faço no livro, me honra muito em poder contar esta história narrada por ele. Protagonista de vitórias inesquecíveis, autor de lances igualmente históricos, de jogadas que ficaram para sempre na minha mente e de uma enorme e apaixonada geração que viu um futebol que não se joga mais. Muitas destas jogadas eu vi, não me contaram e pagam o preço pelo que o Coritiba me faz sofrer nos dias de hoje. É que prefiro acreditar que um dia a geração da minha filha, com 15 anos, veja também.

Jairo, Hermes, Oberdam, Claudio e Nilo, Hidalgo, Negreiros, Leocádio, Passarinho, Zé Roberto e Aladim. Embora na foto Nico seja o zagueiro e Célio o goleiro. De lambuja ainda tinha Paquito, Abatiá, Reinaldinho, Dreyer, Fito, Hélio Pires, Orlando Lelé, Pescuma, Paulo Vechio, Lucas, Rinaldo e Elba de Pádua Lima, o Tim, no comando técnico. Uma escalação responsável pela minha chegada até aqui com o Coritiba, ainda na arquibancada, agora bem mais velho.
Grato Dias Lopes pela confiança, obrigado Leocádio pela oportunidade de poder contar a sua história.

Sobre o autor

Sergio Brandão
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.

Sobre o blog

Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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