Com sabor de vitória.
E mais será se for o ponto de partida para uma virada, com obtenção de vitórias suficientes para que fiquemos fora do tão temido rebaixamento e quem sabe até com uma vaga para disputar a Copa Sul-americana.
Tivemos um mau primeiro tempo, quando poderíamos ter iniciado vencendo não fosse a imperícia do Ricardo Oliveira e talvez com empate sem gols não fosse a falta de impulsão do Rodolfo Filemon. Mas voltamos do vestiário melhor postados em campo e já nos primeiros minutos empatamos. A partir de então foi um jogo rigorosamente igual, com chances semelhantes para ambas as equipes e o gol do empate nos fez justiça.
A elogiar as performances do Sabino, do Mateus Sales e do Giovani Augusto, os três destaques do time.
E a lamentar a insistência com o Rodolpho Filemon, fraco zagueiro que, quando não é o responsável direito pelos gols que tomamos, no mínimo é cúmplice na falha defensiva que resulta em gol do adversário. Estranho é saber que o novo técnico disse já o conhecer de outros carnavais, mas mesmo assim optou por ele quando o jovem Henrique vinha se firmando na posição. Coisas do futebol que nós, meros mortais, não alcançamos.
Novamente falha a apresentação do jovem Nathan Fogaça, que não pegou na bola e quando o fez foi para perdê-la. Aliás, das substituições feitas, somente a entrada do Henrique foi positiva, o Yan Sasse marcando presença mais uma vez por receber cartão amarelo, e novamente por cotovelada.
O técnico está chegando e precisaria de tempo, mas o problema é que não temos tempo, estamos muito atrasados na tabela e a recuperação é urgente. Por sorte o próximo jogo será somente no dia 16 e teremos oito dias para preparação. Vencer ao Bahia, e daí engatar bons resultados, será fundamental para poder crer se temos ou não chances de terminar o campeonato com mínima dignidade.
Sobre o autor
Benedito Felipe Rauen Filho, conhecido como Felipe Rauen, é coxa-branca de terceira geração, pois tanto seu avô como seu pai também o eram. Em parte da infância e da juventude morou na rua Maria Clara, a cem metros do estádio do Coritiba, do qual desde casa sentia o "cheiro".
Transferiu residência para o Rio Grande do Sul em 1976, onde iniciou carreira como Juiz de Direito, hoje aposentado. Está aculturado naquele Estado em vários aspectos, mas jamais no futebol, pois não adotou time local e torce somente para o Coritiba. É conhecido em todos os círculos que frequenta em terras gaúchas como coxa-branca, conseguindo que inúmeros amigos gremistas e colorados tenham o Coritiba como segundo time ou pelo menos mostrem por ele simpatia. Em 2009 se tornou Cônsul do Coritiba em Porto Alegre, permanecendo por vários anos. Cardiopata, dá trabalho regular ao cardiologista em razão das emoções vividas com e pelo Coritiba, mas tem certeza de que o coração coxa-branca se manterá forte ainda muito tempo para ver o clube alcançar mais e mais glórias.
Transferiu residência para o Rio Grande do Sul em 1976, onde iniciou carreira como Juiz de Direito, hoje aposentado. Está aculturado naquele Estado em vários aspectos, mas jamais no futebol, pois não adotou time local e torce somente para o Coritiba. É conhecido em todos os círculos que frequenta em terras gaúchas como coxa-branca, conseguindo que inúmeros amigos gremistas e colorados tenham o Coritiba como segundo time ou pelo menos mostrem por ele simpatia. Em 2009 se tornou Cônsul do Coritiba em Porto Alegre, permanecendo por vários anos. Cardiopata, dá trabalho regular ao cardiologista em razão das emoções vividas com e pelo Coritiba, mas tem certeza de que o coração coxa-branca se manterá forte ainda muito tempo para ver o clube alcançar mais e mais glórias.
Sobre o blog
O nome “Bola de Couro” serve para revelar a geração do autor, que acompanha o Coritiba desde o tempo em que elas eram efetivamente de couro natural, e não sintéticas como hoje. Além de estar atento ao futebol moderno, especialmente graças à tecnologia que tornou o mundo uma aldeia global, o blog de vez em quando trará algumas reminiscências das tantas glórias de que o Coritiba é coberto e que estão mais na memória de cada um do que em imagens físicas, atendendo também a um nicho da “velha-guarda” de Coxanautas que se manifestou desde a primeira coluna do autor. Mas todos, de qualquer geração, serão bem-vindos a colaborar e criticar em espaço que se pretende democrático.
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