Lembranças III
Além do mais, tenho um acervo de fotos que talvez poucos tenham, e achei interessante compartilhá-las com os amigos até que o campeonato volte e seja possível falar do time do Coritiba.
Alguns poucos não compreenderam, afirmando que eu estaria deixando de lado o presente e de que pouco ou nada adiantaria tratar da história e sim do futuro do clube. Houve até quem fosse deselegante, mas tal tipo de conduta mais atinge ao autor da aleivosia do que aquele a quem é dirigida.
O objetivo dessas postagens, repito, não visa esquecer o presente em nome do passado, mas sim reconhecer o quanto glorioso foi o nosso clube, o que também é um modo de motivar e aspirar que aqueles tempos voltem. Quem não cultua e respeita o seu passado pouco faz por merecer um futuro melhor.
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Mas vamos lá, dentro das lembranças.
O Coritiba foi honrado com convite para participar do jogo inaugural do Estádio Pacaembu, contra o Palmeiras, em 1940. Perdeu por 6 x 2, mas foi um jogador seu, Zequinha, emprestado pelo Ferroviário, o autor do primeiro gol do estádio.
Nas comemorações dos 20 anos do estádio, em 27 de abril de l960, foi novamente convidado a enfrentar o Palmeiras, quando então venceu por 1 x 0.
Na foto a chegada da delegação em São Paulo, onde são vistos Blota Júnior, Aryion Cornelsen, Daniel Borges Reis e os jornalistas Maurício Fruet, Vinícius Coelho e Antonio Cury, além de Zequinha, o "padrinho" das redes do Pacaembu.
Sobre o autor
Benedito Felipe Rauen Filho, conhecido como Felipe Rauen, é coxa-branca de terceira geração, pois tanto seu avô como seu pai também o eram. Em parte da infância e da juventude morou na rua Maria Clara, a cem metros do estádio do Coritiba, do qual desde casa sentia o "cheiro".
Transferiu residência para o Rio Grande do Sul em 1976, onde iniciou carreira como Juiz de Direito, hoje aposentado. Está aculturado naquele Estado em vários aspectos, mas jamais no futebol, pois não adotou time local e torce somente para o Coritiba. É conhecido em todos os círculos que frequenta em terras gaúchas como coxa-branca, conseguindo que inúmeros amigos gremistas e colorados tenham o Coritiba como segundo time ou pelo menos mostrem por ele simpatia. Em 2009 se tornou Cônsul do Coritiba em Porto Alegre, permanecendo por vários anos. Cardiopata, dá trabalho regular ao cardiologista em razão das emoções vividas com e pelo Coritiba, mas tem certeza de que o coração coxa-branca se manterá forte ainda muito tempo para ver o clube alcançar mais e mais glórias.
Transferiu residência para o Rio Grande do Sul em 1976, onde iniciou carreira como Juiz de Direito, hoje aposentado. Está aculturado naquele Estado em vários aspectos, mas jamais no futebol, pois não adotou time local e torce somente para o Coritiba. É conhecido em todos os círculos que frequenta em terras gaúchas como coxa-branca, conseguindo que inúmeros amigos gremistas e colorados tenham o Coritiba como segundo time ou pelo menos mostrem por ele simpatia. Em 2009 se tornou Cônsul do Coritiba em Porto Alegre, permanecendo por vários anos. Cardiopata, dá trabalho regular ao cardiologista em razão das emoções vividas com e pelo Coritiba, mas tem certeza de que o coração coxa-branca se manterá forte ainda muito tempo para ver o clube alcançar mais e mais glórias.
Sobre o blog
O nome “Bola de Couro” serve para revelar a geração do autor, que acompanha o Coritiba desde o tempo em que elas eram efetivamente de couro natural, e não sintéticas como hoje. Além de estar atento ao futebol moderno, especialmente graças à tecnologia que tornou o mundo uma aldeia global, o blog de vez em quando trará algumas reminiscências das tantas glórias de que o Coritiba é coberto e que estão mais na memória de cada um do que em imagens físicas, atendendo também a um nicho da “velha-guarda” de Coxanautas que se manifestou desde a primeira coluna do autor. Mas todos, de qualquer geração, serão bem-vindos a colaborar e criticar em espaço que se pretende democrático.
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