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Futebol: Razão x Emoção
Futebol: Razão x EmoçãoFernando Schumak

A Muralha

Nos anos 1200, mongois liderados poe Genghis Khan obtiveram sucesso e invadiram a China. A muralha fora rompida.
Em 1944, a barreira do Atlântico que deveria garantir a segurança dos nazistas no front ocidental sucumbiu ao intenso bombardeio e desembarque dos aliados na Normandia. A Muralha era rompida de novo.
Em 2022, num ataque despretensioso, um único soldado de nome Raphinha representando o Exército da cidade canção, venceu as trincheiras e atirou contra a Muralha alviverde. A Muralha preparou-se, aprumou suas defesas, mas, deixou-se romper vexatoriamente.
Por sorte, a fraqueza da Muralha foi Salva pelo poderio do ataque alviverde. A batalha foi perdida, mas, a guerra foi ganha.
A sempre debatida e descreditada Muralha realmente não se ajuda. Torcemos por ela, e desejamos que ela se mantenha sentinela da cidadela. Assim, porém, fica difícil. Não se trata de banir a Muralha, mas, estes acontecimentos fazem a população questionar sua utilidade e capacidade. É impossível ter um exército forte sem um arqueiro de confiança. A moral elevada pela segurança de uma retaguarda protegida é tão fundamental quanto a tática do general, a velocidade do avanço e a destreza dos artilheiros.
Não abandonemos a Muralha. Ainda. Saibamos, entretanto, que existem reservistas prontos para atender o chamado da nação alviverde.

Sigam-me os bons @fernandoschumakmelo

Sobre o autor

Fernando Schumak
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.

E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.

E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.

Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”

Sobre o blog

O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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