Estádio vazio, chance de vitória.
Em casa, porém, com a torcida, a situação tornava-se ainda mais temerária. Por conta da impaciência de todos nós com os péssimos resultados e as sofríveis atuações.
Sim, o momento é triste, preocupante, mas, se existe um lado bom é esse: o time poder jogar sem o nosso "apoio".
Vejam, não estou dessa vez criticando a torcida, que tem todo o direito de estar p.. da vida com o time. Em que pese eu ache que deveria estar mais insatisfeita com o clube.
Apenas estou dizendo que a vida dos laterais, por exemplo, sem as sociais e o pro tork em seus ouvidos pode ser facilitada. Menos nervosos, e, portanto, cometendo menos erros. Quem já bateu uma bola - valendo uma caixa de cerveja que seja - sabe que com público a situação é diferente. A perna pesa, o corpo fraqueja, o cérebro frita. São poucos os jogadores que se agigantam diante de situações adversas e de extrema pressão.
O adversário é o Vasco, time frágil de pai e mãe e com quem não podemos nem pensar em empatar, muito menos perder. Cano, o argentino de um toque só, é a arma do time. A zaga tem que engolir o Cano, futebolisticamente falando.
Além do hermano, Thales Magno, Benitez, Bruno "acima do peso" César e o inoxidável Pikachú inspiram cuidados.
Triste ter de temer o Vasco, mas, essa é nossa realidade.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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