
Histórias do Futebol
Amanhã é dia de clássico. É dia para acordar de manhã e vestir a camisa do coxa. Mesmo que não tenha planos de sair de casa e vá assistir o jogo pela televisão, a quilômetros de distância, faz parte do ritual, da preparação. A hora não passa e aquele frio na barriga te acompanha até o início da partida. É a ansiedade que se transforma em nervosismo no primeiro apito do árbitro e te acompanha até o final da disputa. Então vem a alegria da vitória. A sensação de missão cumprida.
Assisti a última partida do Paraná, contra o Londrina. Nos primeiros dois minutos, Lucio Flávio perdeu dois gols, ele e o goleiro, em falhas grotescas da defesa do Londrina. E foi só. O Tubarão se arrumou, teve o domínio do jogo mas, por falta de criatividade, pouco chegou à meta adversária. Se não fosse o pênalti a favor do Londrina, inventado pelo pressionado árbitro, a partida terminaria num sonolento zero a zero.
Considerando as diferenças técnicas entre as equipes e, principalmente, a fracas apresentações do Paraná nas últimas partidas, poderíamos concluir que o jogo já está ganho. Ledo engano. O jogo vai ser duro. Vamos vencer mas para isso teremos que, além de apresentar um bom futebol, jogar com muita seriedade e com muita raça.
Clássico é clássico e muitas vezes é decidido nos detalhes.
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Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)