
Histórias do Futebol
Sorte ou azar? Competência ou incompetência? E vamos nós para o segundo atleTiba da decisão do Campeonato Paranaense.
O gol do A. Paranaense, num chute do meio da rua, foi sorte? Não, foi incompetência. Um goleiro do nível do Wanderley não pode tomar um gol desta forma. Foi, no mínimo, displicente.
O primeiro gol do Alex foi sorte? Não, foi competência. O Alex começou a jogada num belo lançamento para o Deivid. O zagueiro adversário se atira de carrinho para evitar a finalização. A bola sobra na entrada da área e Alex, com muita categoria, coloca no canto esquerdo do goleiro, que não teve tempo para qualquer reação.
O segundo gol do Alex foi sorte? Não, novamente foi competência. Numa bola rasteira e bem cruzada da direita, o Menino de Ouro entra por traz do zagueiro, se antecipa ao goleiro, e dá um toque rápido e sutil. A bola bate no goleiro e novamente sobra para o Alex colocar no fundo das redes.
O gol do Geraldo foi sorte ou competência? Foi sorte e competência. Sorte porque a bola desviou no zagueiro adversário matando o goleiro. Foi competência porque se a bola não resvalasse no adversário cairia nos pés do Alex na cara do gol.
O tetracampeonato foi sorte ou competência? Foi competência. Os quatro títulos foram fruto de muito trabalho e planejamento. Foi o time que mais investiu e valorizou o nosso campeonato. Tem a maior torcida, a mais participativa e o maior número de associados do estado.
O tetravice é azar ou incompetência? Esta resposta eu deixo para o Coronel. Eles, que são vermelho e preto, que se entendam.
A opinião dos colunistas não refletem, necessariamente, a opinião do site.
Cada colunista tem sua liberdade de expressão garantida e assinou um termo de uso desse espaço.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)