
Histórias do Futebol
No nosso dia a dia costumamos descrever os acontecimentos como sorte ou azar. Esquecemos que a maioria dos fatos não acontecem por sorte e sim por competência. Da mesma forma as coisas ruins, na maioria das vezes, não são frutos do azar e sim da incompetência. Sorte é ganhar na loteria. Azar é cair um raio na cabeça. Em ambos os casos as possibilidades são ínfimas e não dependem da qualificação do afortunado ou desafortunado. É estar no lugar certo, na hora certa ou no lugar errado, no momento errado.
Vamos retornar ao primeiro atleTiba da decisão.
O gol do Deivid foi sorte? Não. Foi competência. Robinho achou o espaço pela ponta direita, olhou para a área e colocou a bola na cabeça do Deivid que testou com categoria e precisão.
O gol contra do Patrc foi azar? Não. Foi incompetência. Entrou de forma atabalhoada em uma bola que não levaria perigo. Faltou calma. Faltou categoria.
O segundo gol atleticano foi sorte? Sim, foi sorte. Uma cabeçada sem qualquer pretensão que foi parar no ângulo direito do Vanderlei. Foi também incompetência da nossa defesa que costuma levar sufoco nas bolas alçadas na área.
O gol de empate foi sorte? Não. Foi competência. Geraldo, num lance rápido, antecipou-se ao marcador e fuzilou no canto direito do goleiro adversário.
Domingo, para chegarmosao tetra, só precisaremos ser competentes. Nosso time é muito melhor mas precisa mostrar isto no campo.
É só não dar chance para o azar.
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Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)