É tradição, não é moda
É fato!
E mesmo com nossa “imprensa especializada” dizendo que o time “deles” estava numa ascensão e o nosso em queda (porque perdemos uma única partida nessa nossa “pré temporada oficial”), mais uma vez garantimos a escrita.
E podem parar com essa de Sub-23 ou qualquer coisa que o valha. A camisa que estava lá era do Atlético, a torcida que estava esperançosa na vitória era do Atlético e os jogadores que ansiavam pelo triunfo no clássico defendiam as cores do Atlético.
O time “em ascensão” (segundo nossos “experts”) era o Atlético e a estatística que ficará pra história é do Atlético, mais uma vez, derrotado em Atletiba.
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O jogo começou num ritmo intenso e os dois gols alviverdes logo de cara descrevem bem isso.
Com toque precisos e muita movimentação no meio/frente, o Coxa jogava bem e envolvia o time adversário como num match treino.
Após o placar confortável, o time do Coritiba “reduziu a marcha” e passou a jogar no erro do adversário, sem grandes aspirações e sem muita desenvoltura. O que se viu da metade do primeiro tempo, até o final derradeiro de partida, foi um jogo chato.
Nesse momento, um dos grandes problemas desse elenco 2015 veio à tona: A falta de um Camisa 10 de ofício.
Nessa hora onde o time se acomodou, seria fundamental um meia de armação, um atleta cerebral, pra distribuir o jogo, carregar a bola quando necessário e dar aquele “último passe”. Mesmo com o time em “marcha lenta”, esse tipo de jogador faria surgir oportunidades cruciais de “matar a partida”. Isso pode ser um grande diferencial em partidas realmente complicadas nas competições nacionais.
É claro que tivemos boas oportunidades de fazer, 3, 4, ou até 5 gols... Mas atribuo isso muito mais à fragilidade deste arremedo de time do Atlético, do que à nossa superioridade técnica.
A diretoria precisa pensar urgentemente em nomes para vestir essa nossa órfã Camisa 10.
Um abraço!!
Luiz Berehulka
Sobre o autor
Luiz Berehulka, advogado, designer, músico e coxa branca desde criancinha! Frequenta o Couto desde sempre e não se contenta em simplesmente torcer, está constantemente contribuindo com o clube e usando seu tempo livre para promover as cores do Coritiba. Foi autor da conhecida versão lenta do Hino Eterno Campeão de Francis Night, já tocou seus arranjos das músicas do Coxa em diversos eventos do clube e é pai do André, o menininho que ficou famoso no Youtube cantando o hino inteiro do Coxa quando tinha só dois aninhos. Sempre que pode está nas redes sociais, debatendo as coisas do seu time de coração e divertindo os amigos (e irritando os adversários) com suas montagens sarcásticas.
Sobre o blog
Sabe aquele bate papo entre torcedores, amigos ou colegas de trabalho? Aquela situação levantada no churrasco, ou aquela dúvida que de repente alguém ouviu do amigo do primo do vizinho do fulano? Então, essa é a ideia do blog! Sem obrigação de seguir uma filosofia, ou mesmo uma tendência, a intenção é trazer sempre temas atuais relativos ao Coritiba, com o objetivo de simplesmente pensar o Coritiba... refletir sobre o Coritiba dentro de uma ótica de torcedor.
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