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Notícias | 13/01, 08h54

Veto presidencial pode complicar ainda mais as finanças do Coritiba

Não bastasse a dívida histórica do Coritiba e o agravamento decorrente da má gestão anterior nos péssimos resultados dentro de campo, que poderá nos levar à série B do campeonato brasileiro com perdas significativas de receitas, ao sancionar a Lei nº 14.117/2020 o Presidente da República, atendendo recomendação dos Ministérios da Economia e da Cidadania, vetou o dispositivo que previa o congelamento dos pagamentos do Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut) durante a pandemia, sustentando que haveria violação ao artigo 113 do ADCT (Ato das Disposições Constitucionais Transitórias) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias.

Em maio, o Ministério da Economia já havia prorrogado para até cinco meses o vencimento das parcelas do Profut de maio, junho e julho. Agora, com o veto à extensão do benefício para as demais parcelas de 2020, a dívida seguirá sendo cobrada normalmente pela Fazenda Nacional. Dos principais clubes do país, apenas o Palmeiras não aderiu ao Profut em 2015 e os demais sentirão logo os efeitos da cobrança, o que tornará mais difícil a administração de clubes como o Coritiba, cujas receitas diminuíram consideravelmente pela pandemia e diminuirão mais se confirmado o quase certo rebaixamento.

Agora o veto será submetido à apreciação do Congresso Nacional, que poderá mantê-lo ou derrubá-lo, neste caso promulgando a lei tal como constava no projeto. Certamente os dirigentes dos clubes farão trabalho junto aos parlamentares tentando a derrubada do veto, com a manutenção da suspensão temporária das cobranças. Importante saber que o projeto de lei não previa qualquer “calote”, mas tão somente uma suspensão até que as atividades esportivas se normalizem.

Debate

  • "O Coritiba precisa de manter com seus meios... Agora que aquele INCOMPETENTE saiu, vamos buscar nós associar. Quem tem condições, quem pode ajudar e tem Amor pelo clube, deve pensar nisso."

    Mauricio D. | 14/01, 11h38 | Móvel

    • "...precisa se manter..."

      Mauricio D. | 14/01, 11h39 | Móvel

  • "E realmente, esta dívida tem nomes vinculados, pois, esta não surgiu do nada. Alguém fez e não cumpriu. Ou seja, alguém deu passos que não devia. A conta está aí. É hora destes serem levados ao balcão e responderem por suas responsabilidades. Isto como qualquer empresa por sinal."

    João B. | 14/01, 10h43

  • "Administração de empresa não é para amador, ou para turma "do acho quê..." É preciso seriedade e competência. A recuperação de uma empresa é capítulo próprio. E o Coritiba precisa, já de muito tempo, quem encare esta pré-falência, e organize o quadro, e proceda a recuperação. Solução tem, mas, não é fácil. E a torcida tem de estar junto, encarando inclusive todas as dificuldades. É esquecer estas tolices de não sei quem deve. Quem deve tem de pagar obrigatoriamente, sob pena de encerramento das atividades através da quebra. É hora de enfrentar e deixar as bobagens de lado. Vamos juntos. Avante, Coxa!"

    João B. | 14/01, 10h41

  • "Não é o espaço, mas tenho de falar.
    Vetar aumento de juízes, políticos, combustível, arroz, feijão, carne, medicamentos, plano de saúde, isso não vera não.
    Pimenta no ... é refresco.

    Perdoem confrades, mas o Brasil precisa ser redescoberto.

    SAV"

    J. Fernando Szabelski | 13/01, 19h05 | Móvel

    • "Veta*"

      J. Fernando Szabelski | 13/01, 19h06 | Móvel

    • "Estou com você nessa J Fernando..."

      Jonas D. | 13/01, 20h41 | Móvel

    • "Parabéns ao presidente da República Federativa do Brasil. Chega de passar a mão na cabeça para dar aquele jeitinho e ganhar algum por fora. Clubes que foram honestos que se legalizem e corram atrás da regularização. Coritiba acima de tudo. SAV"

      CLAUDIO B. | 13/01, 22h13 | Móvel

    • "Realmente, chega de passar a mão na cabeça..."

      Mauricio D. | 14/01, 11h34 | Móvel

    • "O discurso do governo federal de que o sacrifício deveria ser de todos não se concretizou. Os militares ficaram de fora da reforma e os 500 maiores devedores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) continuam devendo trilhões aos cofres públicos. As medidas previstas para acelerar a recuperação de dívidas com a Previdência, em uma estratégia para neutralizar discursos contrários à reforma, ficaram somente no discurso.

      O último levantamento, divulgado pelo senador Paulo Paim (PT/RS) mostra que somente os maiores devedores do caixa da Previdência são as empresas Vale do Rio Doce, JBS, Itaú, Caixa Econômica Federal, Banco Bradesco, e alguns outros deviam juntos, em 2015, segundo o Ministério da Fazenda, R$ 426,07 bilhões.

      Matéria atual de 17/11/2020 - Agência Brasil de Notícias.

      Pau que dá em Chico dá em Francisco?"

      J. Fernando Szabelski | 14/01, 20h46 | Móvel

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