Veto presidencial pode complicar ainda mais as finanças do Coritiba
Presidente veta a continuidade da suspensão de pagamento de parcelas do Profut. Matéria agora será apreciada pelo Congresso Nacional.
Em maio, o Ministério da Economia já havia prorrogado para até cinco meses o vencimento das parcelas do Profut de maio, junho e julho. Agora, com o veto à extensão do benefício para as demais parcelas de 2020, a dívida seguirá sendo cobrada normalmente pela Fazenda Nacional. Dos principais clubes do país, apenas o Palmeiras não aderiu ao Profut em 2015 e os demais sentirão logo os efeitos da cobrança, o que tornará mais difícil a administração de clubes como o Coritiba, cujas receitas diminuíram consideravelmente pela pandemia e diminuirão mais se confirmado o quase certo rebaixamento.
Agora o veto será submetido à apreciação do Congresso Nacional, que poderá mantê-lo ou derrubá-lo, neste caso promulgando a lei tal como constava no projeto. Certamente os dirigentes dos clubes farão trabalho junto aos parlamentares tentando a derrubada do veto, com a manutenção da suspensão temporária das cobranças. Importante saber que o projeto de lei não previa qualquer “calote”, mas tão somente uma suspensão até que as atividades esportivas se normalizem.
